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INSTRUÇÕES DE PUBLICAÇÃO  atualizado em 28/04/2019 https://blog.lusofonias.net/?page_id=65862

 

I. INSTRUÇÕES - SINOPSES E TRABALHOS FINAIS PARA PUBLICAÇÃO – I

 

[NB: Ortografia: dado haver inúmeras ortografias oficiais desde 1911, a AICL converteu e uniformizou, após 2007, todos os escritos posteriores a 1911 para o AO 1990]

  1.  A sinopse (e os biodados do autor) da comunicação a apresentar tem de ser enviada por correio eletrónico dentro dos prazos fixados na FICHA DE INSCRIÇÃO
  2.  Não deve (sinopse) exceder 300 palavras e nela deve constar SEMPRE, após o título do trabalho e nome do/a autor/a, o TEMA e SUBTEMAS em que se insere (ver TEMAS)
  3.  Tem de ser escrita exclusivamente em português.
  4.  Será incluída na parte inicial do trabalho final a apresentar para publicação nas Atas/Anais.
  5.  Deve ser acompanhada de notas biográficas (biodados) até 300 palavras (não mais) Não queremos um currículo académico, CV, mas sim uma súmula ou resenha da atividade do autor.
  6. Reservamo-nos o direito de amputar (sempre que o entendermos necessário) toda a informação excedendo as 300 palavras.

Muito importante

  1. Deve enviar o TRABALHO FINAL por correio eletrónico dentro das datas indicadas (VER FICHA DE INSCRIÇÃO), para ser incluído no CD-DVD de Atas/Anais do Colóquio.
  2. O não-envio dos trabalhos finais, dentro das datas estipuladas, permite à Comissão Organizadora excluir o orador e pode implicar a não-publicação do seu trabalho final no CD-DVD de Atas/Anais do Colóquio.
  1.   Cada orador dispõe de exatamente 20 minutos para fazer a apresentação. Visa-se permitir alguns minutos de debate no fim da sessão e o orador será atempadamente avisado pelo Moderador durante a sessão, se dispõe ainda de 10 ou de 5 minutos antes de lhe ser mostrado o sinal de que acabou o tempo.
  2. MODERAÇÃO. São funções do Moderador: (1) a apresentação dos participantes na sessão; (2) o controlo do tempo das apresentações; (3) a dinamização da discussão dos trabalhos. Concorde-se ou não, o Presidente da Mesa (Moderador) é soberano na condução dos trabalhos e no rigoroso respeito pela duração das sessões, cumprimento esse que sempre foi apanágio dos colóquios ao contrário do que acontece na maior parte de eventos.
  3. O Moderador deve focar a sua atuação para que as questões postas no período de debate sejam tão breves quanto possível, a fim de haver tempo para um efetivo debate e evitar que as perguntas do público presencial se transformem em apresentações.
  4. COMITÉ CIENTÍFICO:
    1. . Escreva de modo a persuadir um especialista da sua área de que as suas ideias merecem aprovação. Simultaneamente deve convencer um perito com cultura científica que não seja necessariamente um especialista na área de candidatura.
    2. . O objetivo da sua candidatura é convencer os avaliadores de que as ideias propostas são suficientemente importantes e relevantes para que sejam apresentadas.
    3. Pode, se for o caso, salientar a relevância do plano de trabalho proposto face a interesses nacionais e ou internacionais específicos.
  1. Critérios formais: qualidade, cientificidade, rigor, originalidade e estado da arte
    1. O estado da arte corresponde à situação atual, na perspetiva científica, na área de investigação em que o candidato pretende desenvolver o seu trabalho.
    2. Esta informação pretende situar o impacto científico que o trabalho proposto pelo candidato poderá vir a ter e a originalidade do seu contributo
  1. Critérios informais de apreciação pelo comité científico:
    1. tratamento de tema e subtema interessante e atraente para uma audiência genérica e para os sócios da AICL em geral
    2. Ter cabimento dentro dos temas e subtemas propostos para cada colóquio...
    3. Ter interesse e estar conforme aos principais objetivos dos colóquios
    4. Prenunciar mais-valias para uma audiência genérica e latitude até 2 ou 3 temas especializados
 

II. INSTRUÇÕES - SINOPSES E TRABALHOS FINAIS PARA PUBLICAÇÃO 2

1.  Formato: Microsoft Word 2007-2016

2.  Tipo de letra (Font): TIMES NEW ROMAN 12 (espaçamento 1,5)

3.1. Número de páginas do trabalho a ler: 5 páginas (A4 TIMES NEW ROMAN 12 espaçamento 1,5) para não exceder os 20 minutos.

3.2.  Número de páginas do trabalho final não pode exceder 15 páginas, mas deverá ter em média 12 páginas A4 TIMES NEW ROMAN 12 espaçamento 1,5) incluindo notas de rodapé, de fim e gráficos.

4.  Título: negrito.

5.  Autor(es): incluir nome que quer ver utilizado.

6.  Instituição Ensino / ou Trabalho: sem espaçamento entre o nome do autor e o da instituição.

7 Subtítulos: negrito. Use algarismos árabes com decimais.

8. Outras divisões: algarismos árabes com decimais.

9. Citações, notas (incl. rodapé) e referências: em itálico, autor, data de publicação, vírgula e número(s) de página(s): i.e. como Sager afirma (1998:70-71) Times New Roman tamanho 8 (espaçamento 1).

10. Referências Bibliográficas - sempre no final do artigo.

10.1.  Livro: Melby, Alan K. (1995) The Possibility of Language, Amsterdam: John Benjamin's.

10.2.  Artigo sobre livros: Bessé, Bruno. (1997) ‘Terminological Definitions.’ In Sue Ellen Wright and Gerhard Budin (eds.) Handbook of Terminology Management. Amsterdam/Philadelphia: John Benjamin's Publishing Company.

10.3.   Artigos de jornal/revista: Corbeil, Jean-Claude (1991) "Terminologie et banques de données d'information scientifique et technique" in Meta vol. 36-1, 128-134.

10.4.  Internet: Pym, A (1999) ‘Training Translators and European Unification: A Model of the Market’ in ‘Translation Theory and practice.’  Disponível em http://europa.eu.int/comm/translation/theory/gambier.htm   em __/__/__

  1. Notas: SEMPRE RODAPÉ.
  2. Gráficos e tabelas: numeradas consecutivamente. Deve ser feita menção ao seu título e número no texto.

 

 

III. NORMAS COMPLETAS. Exemplos como citar as fontes consultadas?

Existem formas diversas de citar. Porém, qualquer que seja o formato escolhido entre os mais comuns a norma na AICL foi desde 2007, converter tudo, até títulos de obras, para a ortografia de 1990.

 A utilização de documentos retirados da internet coloca algumas questões pertinentes sobre a forma de os citar. Aqui se procura responder às dúvidas. O modelo de citação que adotamos e recomendamos como dominante em Portugal, é inspirado no modelo da American Sociological Association (Sistema de Harvard).

O modelo de citação obedece aos critérios das normas ISBD - "International Standart Bibliographic Description" e às Regras Portuguesas de Catalogação, nomeadamente à norma sobre referências bibliográficas e citações NP 405 de 1966 e NP 405-1 de 1994, que introduz algumas alterações.

 Obedece ainda às Normas ISO (International Standard Organisation), nomeadamente às normas ISO 690-2 e ISO 690:1987.


III.1. Para que serve uma referência bibliográfica?

 

Uma referência bibliográfica cumpre quatro funções essenciais:

  1. Reconhece o mérito do autor do texto consultado. Trata-se, acima de tudo, de uma questão de honestidade intelectual e, frequentemente, de uma responsabilidade deontológica pautada pela não-apropriação indevida do trabalho dos outros. A utilização de fontes bibliográficas é, supostamente, reveladora de uma atitude intelectual prudente de quem reconhece não estar a "descobrir a pólvora". Quando não se cita pode-se inadvertidamente estar a plagiar outros autores. A alínea a) do nº 76 do Código dos Direitos de Autor (Lei 45/85 de 17 de setembro) diz explicitamente que a utilização livre de publicações deve ser acompanhada “Da indicação, sempre que possível, do nome do autor e do editor, do título da obra e demais circunstâncias que os identifiquem.” O ponto 2 do mesmo artigo refere que “As obras reproduzidas ou citadas não se devem confundir com a obra de quem as utilize, nem a reprodução ou citação podem ser tão extensas que prejudiquem o interesse por aquelas obras.”
  2. Confere maior credibilidade àquilo que o autor escreve, denota a sua preocupação em consultar o trabalho daqueles que escreveram sobre o tema. Sempre que se trata da utilização de uma fonte reconhecida, vista como uma autoridade nesse campo, reforça essa mesma credibilidade. Para quem lê, a citação permite identificar as ideias e informações da autoria de quem escreve e as que são retiradas ou inspiradas em outras fontes.
  3. Permite a quem lê localizar, confirmar e explorar a fonte de onde foi extraída a informação.
  4. Funciona como espécie de "memória auxiliar" para o autor, permitindo-lhe o seu uso posterior.

III.2 Citações curtas e longas

 

As citações curtas (até 3 linhas) devem ser colocadas no corpo do texto entre aspas.

As citações longas (mais de 3 linhas) devem constituir um parágrafo único, recuado 1 cm em relação às margens esquerda e direita do texto, devendo o espaçamento das linhas ser menor, ou colocado em itálico, estejam ou não colocadas entre aspas. Exemplo:

Citação curta: Segundo Carlos Fortuna, “ainda que paulatinamente, os modos de organização política e social do trabalho foram responsáveis pelo crescimento e democratização do turismo” (1995: 13).

Citação longa: Segundo Carlos Fortuna,

Ainda que paulatinamente, os modos de organização política e social do trabalho foram responsáveis pelo crescimento e democratização do acesso ao turismo, à medida que permitiram o aumento dos tempos livres dos trabalhadores e fomentaram a ideologia das férias.” (1995: 13)


III.3 Citações com reticências

 

Sempre que se omite parte do texto transcrito devem ser usadas reticências.

Omissão no início da citação: 

Segundo Ruivo (1995: 128) o Estado português tem “... assumido formas reticulares quase imperscrutáveis.”

Omissão no meio da citação: 

Podemos concluir, de acordo com Fortuna (1995: 23) que “O que está em causa (...) é forjar níveis de satisfação antecipada nos consumidores potenciais.”

Omissão no fim da citação: 

O estilo de vida depende da apropriação individual ...” (McCracken, 1990: 71 a 89).


III.4 Citações com interpolação

 

Sempre que é necessário intercalar ou acrescentar palavras para esclarecer o sentido da citação, essas palavras devem ser colocadas entre colchetes (parêntesis retos). Exemplo: 

O processo de regionalização [português] estava assim condenado a morrer à nascença.” (Rodrigues, 1999: 45)


III.5 Citações com expressão sic (assim mesmo)

 

Quando é citada uma parte de um texto que contém incorreções, deve colocar-se imediatamente a seguir à incorreção, entre parêntesis ou colchetes, a expressão latina sic de modo a serem externalizadas as responsabilidades da incorreção. Exemplo:

 “O ex-presidente da república portuguesa, António Guteres [sic], foi reeleito presidente da Internacional Socialista.” (Moreira, 2002: 33)


III.6. Citações com destaques

 

Quando pretendemos por em relevo (dar um destaque a) algumas palavras ou trechos da citação devemos sublinhá-las (com sublinhado ou estilo carregado), indicando que somos os responsáveis pelo sublinhado.

Exemplo: De acordo com o mesmo autor (Santos, 1992: 51),

“... o Estado português procede a uma aplicação seletiva da lei, legitimando, desse modo, a emergência de formas de fenómenos informais de regulação económica.” (sublinhado nosso ou sublinhado do autor, se for o caso)


III.7. Citação em língua estrangeira

 

Sempre que se citam trabalhos em língua estrangeira deve ter-se o cuidado de traduzir para português o trecho citado. Se no trabalho forem transcritos muitos trechos traduzidos de línguas estrangeiras deve ser mencionado na introdução que as traduções são da autoria de quem redige o texto.

Em alternativa, sempre que se cita um trecho traduzido de línguas estrangeiras, deve referir-se, na sequência do trecho ou em nota de rodapé, que a tradução é da nossa responsabilidade. Exemplo: 

Para Backés (1997: 35), “A mudança é uma porta que apenas se abre por dentro.” (tradução nossa)


III.8. Citações de uma ideia comum a vários autores

 

Quando se citam autores diferentes e obras diferentes sobre uma mesma ideia deve respeitar-se a ordem cronológica, elencando as referências da mais antiga para a mais recente (Para trabalhos do mesmo ano adota-se o critério da ordenação alfabética a partir do último nome do autor). Exemplo: 

A semiperiferia tornou-se uma categoria analítica de grande operacionalidade para promover estudos sobre a sociedade portuguesa (Fortuna, 1989; Santos, 1989; Hespanha, 1992 e Santos, 1995a e 1995b).


III.9 Citações e referências bibliográficas com nomes compostos

 

Autores com nomes compostos devem ser citados, no corpo do texto e na lista das referências bibliográficas, com o nome composto. Exemplos:

Garcia Márquez, Gabriel...

Lévi-Strauss, Claude ...


III.10. Notas de rodapé      

 

a) As notas de rodapé não devem ser excessivas, sob pena de desviarem o leitor do argumento central do texto.

b) As notas de rodapé devem ser usadas para citar material pouco divulgado e de acessibilidade limitada, bem como para acrescentar informação apresentada num quadro ou gráfico. Podem ser também utilizadas para referenciar outras abordagens da problemática tratada.

c) As notas de rodapé devem ser numeradas sequencialmente com números árabes e incluídas em pé de página (Footnotes).


III.11 Referências bibliográficas

 

a) As referências bibliográficas deverão ser colocadas no fim do texto, numa secção autónoma designada “BIBLIOGRAFIA” ou "referências bibliográficas".

b) Todas as referências citadas no corpo do texto têm obrigatoriamente de estar listadas nas "referências bibliográficas" e vice-versa.

c) As referências devem ser listadas por ordem alfabética a partir do último nome do primeiro autor.

d) As referências de um mesmo autor devem ser ordenadas por ano de publicação do ano mais antigo para o mais recente.

e) Trabalhos de um mesmo autor e de um mesmo ano devem ser distinguidos através da junção de letras à data de publicação (Exemplo: 2002a; 2002b; 2002c).

f) As referências bibliográficas utilizadas devem estar atualizadas, dever ser variadas (livros, artigos, etc.), devem ser legíveis (cf. alínea anterior) e devem seguir um sistema de descrição normalizado.

 

III.12. Referências bibliográficas - Como CITAR?

 

LIVRO

O modelo base de citar um livro segue esta ordem:

1) Último nome do autor, seguido de vírgula, o primeiro nome do autor e espaço.

 2) Abrir parêntesis, seguido do ano de edição, fechar parêntesis, vírgula e espaço.

3) Título do livro (em itálico), ponto final e espaço.

4) Local de publicação, seguido por dois pontos ou vírgula e espaço.

5) Nome do editor e ponto final.

Exemplo 1 (um autor): Fortuna, Carlos (1999), Identidades, percursos, paisagens culturais. Estudos sociológicos de cultura urbana. Oeiras: Celta.

Exemplo 2 (dois ou três autores): Estanque, Elísio e Mendes, José Manuel (1999), Classes e desigualdades sociais em Portugal. Um estudo comparativo. Porto: Afrontamento.

Stoer, Stephen R.; Cortesão, Luíza e Correia, José A. (orgs.), (2001), Transnacionalização da educação: da crise da educação à "educação da crise". Porto: Afrontamento.

Exemplo 3 (três ou mais autores): Brotchie, John; Batty, Mike; Blakely, Ed; Hall, Peter e Newton, Peter (orgs.), (1995), Cities in Competition: productive and sustainable cities for the 21st century. Melbourne: Longman Australia OU substituir os outros autores pela expressão et al.

Brotchie, John et al. (orgs.), (1995), Cities in Competition: productive and sustainable cities for the 21st century. Melbourne: Longman Australia.

Nota: Como se vê no exemplo 3, quando a obra citada é organizada pelos autores (o que significa que no interior da obra há capítulos escritos por outros autores que não os que organizam a obra), o nome ou nomes dos autores são obrigatoriamente seguidos pela expressão (org.) ou (orgs.) conforme se trate de um ou mais autores.

 


III.13. Capítulo em LIVRO

 

Como se deduz da nota anterior, por vezes, a fonte utilizada refere-se exclusivamente ao capítulo de um livro que pode ou não ser escrito pelo autor que organiza a obra. Neste caso, o capítulo utilizado como referência bibliográfica deve citar-se do seguinte modo.

1) Último nome do autor, seguido de vírgula, o primeiro nome do autor e espaço.

2) Abrir parêntesis, seguido do ano de edição, fechar parêntesis, vírgula e espaço.

3) Abrir aspas, título do capítulo, fechar aspas vírgula e espaço.

4) in (em itálico), nome(s) do(s) autor(es), espaço, abrir parêntesis, org. ou orgs., fechar parêntesis, vírgula e espaço.

5) Título do livro (em itálico) e ponto final.

6) Local de publicação, seguido por dois pontos ou vírgula e espaço.

7) Nome do editor, vírgula e espaço.

8) página em que o capítulo se inicia, hífen, página em que o capítulo termina e ponto final.

Exemplo 1Fortuna, Carlos e Peixoto, Paulo (2002), “A recriação e reprodução de representações no processo de transformação das paisagens urbanas de algumas cidades portuguesas,” in Carlos Fortuna e Augusto Santos Silva (orgs.), Projeto e circunstância: culturas urbanas em Portugal. Porto: Afrontamento, 17-63.

Exemplo 2Fortuna, Carlos (1997), “Destradicionalização e imagem da cidade - o caso de Évora,” in Carlos Fortuna (org.), Cidade, Cultura e Globalização. Oeiras: Celta, 231-257 OU substituir o nome do autor do livro pela expressão idem apenas no caso do(s) autor(es) do capítulo ser(em) o(s) mesmo(s) do(s) organizador(es) do livro). Fortuna, Carlos (1997), “Destradicionalização e imagem da cidade - o caso de Évora,” in idem (org.), Cidade, Cultura e Globalização. Oeiras: Celta, 231-257.

 


III.14. LIVRO sem autor

 

Acontece frequentemente, por razões várias, utilizar como fontes livros ou literatura cinzenta sem autor. Nestes casos a citação deve fazer-se colocando no lugar do nome do autor a referência s. a.. Em caos excecionais devem citar-se os livros por ordem alfabética a partir da primeira palavra do título ou recorrendo ao autor institucional.

Exemplo 1: s. a. (1958), Coimbra de outros tempos. Coimbra: Coimbra editora.

Exemplo 2 (manuais sem autor): Manual of Style (1993). Chicago: University of Chicago Press.

Exemplo 3 (quando o autor é uma instituição): Direção Geral do Turismo (2001), 2000 - Os números do Turismo em Portugal. Lisboa: Direção Geral do Turismo.

Exemplo 4 (livros sem data nem local de edição e/ou sem editor): Belo, Joaquim (s. d.), O Porto de setecentos. s. l.: s. e.


III.15. LIVRO DE vários autores

 

Livros com vários autores não identificados na capa do livro ou na ficha técnica.

Exemplo: VV. AA (1997), Regionalização e Identidades Locais: a preservação e reabilitação dos centros históricos. Lisboa: Cosmos.


III.16. Artigos em revistas Científicas

 

O modelo base de citar um artigo em revista segue esta ordem:

1) Último nome do autor, seguido de vírgula, o primeiro nome do autor e espaço.

2) Abrir parêntesis, seguido do ano de edição, fechar parêntesis, vírgula e espaço.

3) Título do artigo, fechar aspas, ponto final e espaço.

4) Nome da revista (em itálico), vírgula e espaço 5) Número da revista, vírgula e espaço 6) página onde começa o artigo, hífen, página onde acaba o artigo e ponto final.

Exemplo 1: Peixoto, Paulo (1995), “A sedução do consumo. As novas superfícies comerciais urbanas.” Revista Crítica de Ciências Sociais, 43, 147-169.

Exemplo 2 (para números de revistas publicadas em vários volumes em que o volume publicado retoma a paginação do anterior) acrescentar ao número da revista o número do volume: Adler, J., (1989), “Travel as Performed Art“. American Journal of Sociology, 94 (6), 1366-1391.

Exemplo 3 (dois ou três autores): Fortuna, Carlos; Ferreira, Claudino e Abreu, Paula (1998/1999), “Espaço público urbano e cultura em Portugal.”Revista crítica de ciências sociais, 52/53, 85-117.

Exemplo 4 (mais de três autores): Silva, Américo; Bastos, Eliana; Rosa, Júlio e Mendes, Afonso (2001), "A sociologia brasileira no dealbar do século XXI". Revista brasileira de sociologia, 114, 128-149, OU substituir os outros autores pela expressão et al. Silva, Américo et al. (2001), "A sociologia brasileira no dealbar do século XXI". Revista brasileira de sociologia, 114, 128-149.


III.17. Jornais e revistas

 

Sempre que se citam artigos de jornais ou revistas tem de fazer-se uma distinção entre os artigos que são assinados por um autor e aqueles que não são. Quando os artigos são assinados por um autor a regra de citar é idêntica às citações de artigos de revistas científicas.

Exemplo 1 (artigos assinados por autor): Costa, João (2002), "A desertificação dos centros históricos". Público, 20 de abril, pp. 36.

Exemplo 2 (artigos ou notícia não assinado por autor): Diário de Coimbra (2000), "Queremos ver os turistas de cebolas às costas", 19 agosto, pp. 5.


III.18. artigos em formato eletrónico (retirados da internet)

 

De bases de dados comerciais

Exemplo: Graham, Lorie M. (1998), "The Past Never Vanishes: A Contextual Critique of the Existing Indian Family Doctrine". American Indian Law Review, 23, 1. Pesquisado em 25 de maio de 1999. Disponível em LEXIS-NEXIS Academic Universe, Law Reviews.


III.19. Versões eletrónicas de jornais

 

Exemplo 1: Clary, Mike (2000) "Vieques Protesters Removed Without Incident". Los Angeles Times, 5 de maio. Página consultada a 7 de maio de 2000

,<http://www.latimes.com/news/nation/updates/lat_vieques000505.htm>.

Exemplo 2 (artigos ou notícias sem autor em jornais eletrónicos:

Público (2002), "Comissão independente garante isenção na análise à RTP", 30 de maio. Página consultada a 30 de maio de 2002

<http://ultimahora.publico.pt/shownews.asp?id=147535>.


III.20. Artigos em Revistas eletrónicas

 

Exemplo 1:

Smith, Herman W. e Takako Nomi (2000) "Is Amae the Key to Understanding Japanese Culture?". Electronic Journal of Sociology, 5, 1. Consultado em 5 de maio de 2000,

 <http://www.sociology.org/content/vol005.001/smith-nomi.html>.

Exemplo 2: Jeudy, Henri-Pierre (1996), “Au tout patrimoine.” Atas do seminário ‘Ville et patrimoine.’ Consultado em 4 de junho de 2002,

 <http://www.vtm-asso.com/ressources/7seminaires/patrimoine/2seanPatr.htm>


III.21. Informação disponível em páginas eletrónicas

 

Exemplo 1: Centro de Estudos Sociais (2002), "Bolsa CES de curta duração". Página consultada em 3 de junho de 2002, <http://www.ces.fe.uc.pt/misc/0001.html>.

Exemplo 2 (se a página não revelar a data da última atualização):

Universidade de Brock (s. d.), "[email protected]". Página consultada a 5 de junho de 2002, <http://www.brocku.ca/sociology/>.


III.22.  Artigos Publicados em Atas de congressos disponíveis em CD-ROM

 

Exemplo: Fortuna, Carlos e Peixoto, Paulo (2002), "As novas e as velhas imagens das cidades: um olhar sobre a transformação identitária de cinco cidades portuguesas".Atas do IV Congresso da Associação Portuguesa de Sociologia: Associação Portuguesa de Sociologia (CD-ROM).


III.23.  Documentos áudio e vídeo

 

Documentários e emissões áudio ou vídeo devem ser citados do seguinte modo.

Exemplo 1 (Se o documentário está inserido numa série ou rubrica): Saraiva. José Hermano (2003), "O Castelo de Guimarães". Horizontes da Memória, 15 de janeiro de 2003, RTP2.

TSF (2003), "Código de ética para o futebol". Fórum TSF, 15 de janeiro de 2003, TSF.

Exemplo 2 (Documentário não inseridos em séries ou rubricas): Antena 1 (2003), "Os novos meninos da rua". Emissão da Antena 1 de 15 de janeiro de 2003, apresentação de João Lourenço, 17:30h-19:00h.

BBC (2002), "As empresas nómadas". Emissão SIC de 15 de janeiro de 2003, 23:00h-24:00h.

Exemplo 3 (Citação a partir da emissão de rádio ou televisão): SIC Notícias (2003), "Edição da Noite". Debate entre António Carvalho e Américo Ramos moderado por Júlio Mendonça, 15 de janeiro. Em alternativa, sempre que se pretendem referenciar fontes "consultadas" em documentos áudio ou vídeo, em vez de se proceder a uma citação no corpo do texto com uma entrada correspondente das referências bibliográficas finais, pode introduzir-se uma nota de rodapé onde se refere que a informação foi veiculada num determinado documento áudio ou vídeo.


III.24. Documentos e relatórios governamentais

 

Dado que a natureza dos documentos públicos, em particular, e da literatura cinzenta, em geral, é tão variada, o modelo de citação destes documentos não pode ser estandardizado.

A regra essencial a adotar nestes casos é facultar, na citação, a informação suficiente para que o leitor possa localizar facilmente a referência.

Exemplo 1: Ministério da Economia (1998). As novas energias não poluentes ao serviço do desenvolvimento das empresas. Lisboa: Gabinete de estudos prospetivos do Ministério da Economia.

Exemplo 2: Direção Geral do Turismo (2001), "Dados preliminares sobre os fluxos turísticos registados em Portugal em 2000". Brochura da Direção Geral do Turismo: Lisboa.

teses e dissertações

Exemplo: Mendes, José Manuel (1999), "Do ressentimento ao reconhecimento: vozes, identidades e processos políticos nos Açores: 1974-1996", Tese de doutoramento em sociologia. Coimbra: Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra.


III.25. FONTES UTILIZADAS

 

British Library (1987), International Standart Bibliographical Description for monographic Publications (ISBD). Londres: International Federation of Library Associations.

Caron, Rosaire e Blanchet, Robert (2002), "Comment citer un document électronique?" Página consultada em 12 de junho de 2002, <http://www.bibl.ulaval.ca/doelec/citedoce.html>.

Estivill , Assumpció e Urbano, Cristóbal (1997), "Como citar recursos eletrónicos". Página consultada em 12 de junho de 2002, <http://www.ub.es/biblio/citae-e.htm>.

Hoemann, George (1998), "Electronic Style - What's Here". Página consultada em  12 de junho de 2002, <http://web.utk.edu/~hoemann/whats.html>.

Instituto Português do Património Cultural (1984), Regras Portuguesas de Catalogação. Lisboa: IPPC.

International Organisation of Standardization (2002a), "Excerpts from International Standard - ISO 690:1987". Página consultada em 4 de dezembro de 2002,

<http://www.nlc-bnc.ca/iso/tc46sc9/standard/690-1e.htm>.

International Organisation of Standardization (2002b), "Excerpts from International Standard - ISO 690-2". Página consultada em 4 de dezembro de 2002,

<http://www.nlc-bnc.ca/iso/tc46sc9/standard/690-2e.htm>.

John F. Kennedy Memorial University Library (2000), "ASA Format - American Sociological Association". Página consultada em 9 de junho de 2002,

<http://www.calstatela.edu/library/bi/rsalina/asa.styleguide.html>.

Matos, Manuel A. (1994), "Normas para apresentação de dissertações. Bases essenciais." Página consultada em 4 de dezembro de 2002, <http://www.fe.up.pt/~mam/normas.pdf>.

Moura, Gevilacio Aguiar Coelho de (2002), "Citações e referências a documentos eletrónicos". Página consultada em 12 de junho de 2002, <http://www.quatrocantos.com/tec_web/refere/index.htm>.

Nunes, Luís Miguel (2001), "Regras para elaboração de relatórios técnicos e científicos". Página consultada em 4 de dezembro de 2002, <http://w3.ualg.pt/~lnunes/Textosdeapoio/normas.PDF>.

The University of Wisconsin-Madison Writing Center (2001), "Citing Electronic Sources". Página consultada em 12 de junho de 2002, <http://www.wisc.edu/writetest/Handbook/elecmla.html>.

Tong, Josie (2002), "Citation Style Guides for Internet and Electronic Sources". Página consultada em 12 de junho de 2002, <http://www.library.ualberta.ca/guides/citation/index.cfm>.

 

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