HISTORIAL DOS COLÓQUIOS DA LUSOFONIA
COLÓQUIOS DA LUSOFONIA (AICL, ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL COLÓQUIOS DA LUSOFONIA
COLÓQUIOS DA LUSOFONIA (AICL, ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL COLÓQUIOS DA LUSOFONIA) HISTORIAL - Os colóquios da lusofonia representam a sociedade civil atuante
Quero recordar em linhas gerais o que já conseguimos alcançar para vos lembrar que os colóquios da lusofonia criados em 2001 passaram a associação cultural e cientifica sem fins lucrativos em 1 de janeiro de 2011. Os nossos oradores “típicos” não buscam mais uma conferência para juntar aos seus currículos, antes estão interessados em partilhar as suas ideias, projetos, e criar sinergias nos quatro cantos do mundo, irmanados deste nosso ideal de “sociedade civil” capaz e atuante, para – todos juntos – atingirmos aquilo que as burocracias e as hierarquias muitas vezes não podem ou não querem. Acreditámos que somos capazes de fazer a diferença. Os nossos oradores “típicos” juntam-se aos colegas no primeiro dia de trabalhos, partilham as suas refeições, as suas comunicações, os passeios, e despedem-se no último dia como se de amigos se tratasse. É isso que nos torna distintos de qualquer outro colóquio ou simpósio.
Quanto aos Açores, o desconhecimento, a nível do Continente e do (resto do) mundo, da nossa realidade insular combate-se levando a cabo iniciativas como esta para divulgar o seu nome e presença no seio de uma Lusofonia alargada. Pretendemos aproximar povos e culturas no seio da grande nação dos lusofalantes, independentemente da sua nacionalidade, naturalidade ou ponto de residência, todos unidos pela mesma língua. Pretendemos continuar a aproximar povos e culturas no seio da grande nação dos lusofalantes, independentemente da sua nacionalidade, naturalidade ou ponto de residência, todos unidos pela mesma língua.
INTRODUÇÃO
Quando em 2001 preparamos, no Porto, o início dos COLÓQUIOS ANUAIS da LUSOFONIA - sob a égide do então nosso patrono Embaixador Professor Doutor José Augusto Seabra - queríamos patentear que era possível ser-se INDEPENDENTE, descentralizar a realização destes eventos e levá-los a cabo sem sermos subsídio-dependentes. O ponto de partida foi a discussão das problemáticas da língua portuguesa no mundo. De 2002 a 2010 os Colóquios realizaram-se em Bragança devido à sua insularidade em termos culturais. Portugal, como todos sabem, é um país macrocéfalo; existe Lisboa e o resto continua a ser paisagem. É muito raro os locais mais remotos do interior, como Bragança, terem acesso a debates de relevantes sobre a língua. Por outro lado, em poucos anos os Colóquios já se afirmaram (sem custos para o Ministério da Cultura, Instituto Camões e outras entidades) como a única realização regular, concreta e relevante em Portugal sobre esta temática. Os Colóquios são totalmente independentes de quaisquer forças políticas ou institucionais. Asseguram essa sua “independência” e sobrevivência através do pagamento das inscrições dos participantes e apoios protocolados especificamente para cada evento que é concebido e levado a cabo por uma rede organizativa de voluntários. Esta independência permite a participação de um leque alargado de oradores, sem temores nem medo de represálias dos patrocinadores institucionais sejam eles governos, universidades ou meros agentes económicos.
Ao nível logístico, beneficiam do apoio das autarquias locais que decidem apostar na divulgação e realização deste importante evento anual. Debatem-se as problemáticas da língua portuguesa, em articulação com outras comunidades como agentes fundamentais de mudança. Apesar do caráter vincadamente independente dos Colóquios, temos estabelecido parcerias e protocolos que nos permitam embarcar em projetos mais ambiciosos e com a necessária validação científica. Os Colóquios podem ainda ser (ou não) marginais em relação às grandes diretrizes teóricas aprovadas nos gabinetes de Lisboa ou de Brasília, mas têm servido para inúmeros colegas aplicarem a prática experiências doutros à realidade do seu quotidiano de trabalho. Visa-se aproveitar a experiência de cada um dentro da sua especialidade, para que os restantes possam partir para o terreno, para os seus locais de trabalho e de residência e utilizarem esses instrumentos que já deram resultados noutras comunidades. Nas conferências e simpósios similares, de formato tradicional, as pessoas chegam, debitam o seu trabalho e partem com uma ata, posteriormente elaborada, cheia de boas intenções e conclusões que não se concretizam. Aqui nos Açores, os Encontros tiveram início em 2006 trazendo, académicos, estudiosos, escritores e outras pessoas para debater a identidade açoriana, a sua escrita, as suas lendas e tradições, sempre numa perspetiva de enriquecimento da LUSOFONIA, tal como a entendemos com todas as suas diversidades culturais que, com a nossa podem coabitar. Deste intercâmbio de experiências entre residentes, expatriados e todos aqueles que dedicam a sua pesquisa e investigação à literatura, à linguística, à história dos Açores ou qualquer outro ramo de conhecimento científico, podemos aspirar a tornar mais conhecida a identidade lusófona açoriana. Pretendemos contribuir para o levantamento de fatores exógenos e endógenos que permeiam essa açorianidade lusófona e criativamente questionar a influência que os fatores da insularidade e do isolamento tiveram na preservação do caráter açoriano. Mantivemos sempre uma sessão dedicada à tradução que é também uma forma de divulgação da nossa língua e cultura. Veja-se o recente exemplo de Saramago que já vendeu mais de um milhão de livros nos EUA, e onde é difícil a penetração de obras de autores de outras línguas e culturas.
Os Colóquios inovaram logo no seu primeiro encontro em 2002 e introduziram o hábito de entregarem um CD das Atas/Anais no início das sessões.
Em 2004, os Colóquios fizeram a campanha que salvou o Ciberdúvidas;
Em 2005 presidimos ao lançamento do Observatório da Língua Portuguesa integrado na CPLP;
Em 2006 lançamos a primeira pedra para a criação da Academia Galega da Língua Portuguesa.
Em 2007 atribuímos o 1º Prémio Literário da Lusofonia da Câmara Municipal de Bragança e debatemos (pela primeira vez em Portugal) o Acordo Ortográfico, que finalmente foi promulgado e ora está em vigor.
Em 2008 assistimos à abertura da Academia Galega da Língua Portuguesa nascida no seio dos colóquios. Esse ano marca o início de parcerias com Universidades e Politécnicos rumo à concretização desse ambicioso projeto da DICIOPÉDIA/LEXICOPÉDIA Contrastiva da Língua Portuguesa dos Colóquios da Lusofonia e do Dicionário de Açorianismos. Igualmente em 2008, o Presidente da Academia de Ciências de Lisboa (Professor Adriano Moreira) e o seu Vice-Presidente (Prof. Artur Anselmo) deslocaram-se propositadamente a Bragança para darem “o apoio inequívoco da Academia de Ciências aos Colóquios da Lusofonia”, a confirmar o gabarito intelectual dos nossos colóquios e a sua importância no meio académico de Portugal, Brasil e Galiza. Na sequência desta vinda acabaria por doar o seu espólio a Bragança onde se encontra na Biblioteca Municipal Adriano Moreira. Idêntica visita ocorreu em 2009 na Lagoa (Açores).
Prosseguimos de 2007 a 2011, sempre, incansáveis, a campanha para a execução do novo Acordo Ortográfico, com o laborioso apoio dos seus proponentes: Malaca Casteleiro, Evanildo Bechara e Ângelo Cristóvão que nos têm assistido a lutar pela língua unificada que propugnamos para as instâncias internacionais.
Em Portugal não há uma política de língua. Enquanto as Letras se mantiverem subalternas como mera Secção da Academia das Ciências é imperioso que esta seja mais atuante na defesa da língua e das suas variantes face aos desafios que os políticos não conseguem afrontar. A vetusta Academia tem de ser pró-ativa em vez de reativa. O futuro e a preservação da língua não se compadecem com esperas nem vivem de glórias passadas. Portugal está irremediavelmente atrasado. Não pode esperar mais. Por isso sonhámos ainda hoje com a criação de uma Academia das Letras, uma Academia da Língua, independente, sem sujeições a projetos estatais ou outros.
Em 2009 definimos o projeto do MUSEU DA LUSOFONIA em Bragança e decidimos levar os colóquios a Santa Catarina, Brasil, no ano de 2010. Face ao apoio dado pela Academia de Ciências de Lisboa, pelo professor Evanildo Bechara da Academia Brasileira de Letras, e pela novel Academia Galega da Língua Portuguesa, os Colóquios da Lusofonia em ação concertada com o Senhor Presidente da Câmara Municipal de Bragança para a futura localização na cidade de Bragança do Museu da Língua Portuguesa. Infelizmente, este projeto não teve seguimento por parte da autarquia e aquilo que se pretendia era um espaço virtual resultante da adaptação do conceito do museu da língua que existe em São Paulo, no Brasil, utilizando as novas tecnologias para viajar, através de ecrãs, ao longo da história". O "Museu da Língua" daria também destaque aos dialetos minoritários da região de Bragança e à segunda língua oficial de Portugal, o Mirandês, falado em Trás-os-Montes. A história de Bragança estaria presente no novo espaço, com um complemento lúdico com jogos didáticos para despertar o interesse dos mais novos pela temática.
Em 2009 tivemos como convidado o escritor Cristóvão de Aguiar na Homenagem Contra O Esquecimento, que incluía, entre outros, Carolina Michaёllis, Leite De Vasconcellos, Euclides Da Cunha, Agostinho Da Silva, Rosália De Castro. Nesse ano foi firmado um protocolo com a Universidade do Minho para ministrar um Curso Breve de Estudos Açorianos de 25 de setembro de 2011 a 18 fevereiro de 2011. Nova edição está prevista para 2012. A Diciopédia Contrastiva da Língua Portuguesa em breve estará em nova plataforma.
Foi finalmente preparado um Caderno de Estudos e Literatura de matriz açoriana em formato pdf na nossa página www.lusofonias.net., em janeiro de 2010 estando já disponíveis 14 cadernos, vários suplementos e vídeo-homenagens a autores açorianos. Estes cadernos servem não apenas de iniciação para aqueles que querem ler autores açorianos mas também de suporte ao curso AÇORIANIDADES E INSULARIDADES.
Em 2008 e 2009 os colóquios prolongaram-se com atividades organizadas pela AGLP. Deslocámo-nos a Santiago de Compostela para o 1º Seminário de Lexicologia da AGLP não só para mostrar o nosso continuado apoio à novel academia como também para provar que ela conta com o apoio das outras duas Academias e dos Colóquios da Lusofonia que a ajudaram a nascer numa época conturbada relativamente à situação da língua portuguesa na Galiza. É de extrema importância manter estes vínculos ativos entre as organizações.
Em 2010 mantivemos a homenagem contra o Esquecimento que incluiu os nomes de Vasco Pereira da Costa, Cristóvão de Aguiar, Dias de Melo e Daniel de Sá. O Colóquio teve início simultâneo na Galiza e em Braga dia 25 de setembro. Na Galiza teve lugar o IIº Seminário de Lexicologia da Academia Galega da Língua Portuguesa e em Braga teve início o Curso Breve de Açorianidades e Insularidades.
Em 2010, foi muito proveitosa a Sessão de Esclarecimento que os Colóquios organizaram com a Escola Secundária Miguel Torga. Outra sessão que merece realce foi a Sessão de Poesia onde se declamaram poemas de Vasco P. da Costa incluindo uma vídeo homenagem ao autor e a declamação ao vivo do seu poema “Ode ao Boeing 747”, lida em 11 das 14 línguas para que foi traduzido pelos Colóquios (Alemão, Árabe, Búlgaro, Catalão, Castelhano, Chinês, Flamengo, Francês, Inglês, Italiano, Neerlandês, Polaco, Romeno, Russo).
Prosseguiram bem encaminhadas as negociações resultantes do repto que os Colóquios da Lusofonia lançaram à Academia Brasileira de Letras e a todas as outras entidades para apoiarem a imediata inclusão da ACADEMIA GALEGA DA LÍNGUA PORTUGUESA com o estatuto de observador na CPLP.
Malaca Casteleiro sugerira no XIII Colóquio no Brasil em abril de 2010 que se valorizassem as publicações de trabalhos das Atas/Anais, fazendo-se uma Antologia a qual foi disponibilizada “online” em 2011, ano em que fomos até Macau com o generoso apoio do Instituto Politécnico de Macau. Em 2011 seguiu-se a primeira ida à ilha de Santa Maria, onde se lançou A antologia (bilingue) de autores açorianos contemporâneos enquanto a AGLP disponibilizava os seus meios técnicos para a página oficial da AICL, numa nova plataforma, Foram dados plenos poderes à associada Dina Ferreira para encetar todos os contactos necessários à edição no Brasil dos autores açorianos apoiados pelos Colóquios (Daniel de Sá, Eduardo Bettencourt Pinto e Vasco Pereira da Costa, entre outros). Igualmente está a mesma autorizada a organizar protocolos de cooperação com universidades brasileiras) e fez-se uma proposta ao município de Vila do Porto (mas que se pretende extensivo a todas as nove ilhas) para a criação de ROTEIROS CULTURAIS como aquele que experimentalmente se fez no ano de 2011 em Santa Maria, onde, o XVI Colóquio da Lusofonia aprovou uma declaração de repúdio pela atitude de PORTUGAL OLVIDANDO SÉCULOS DE HISTÓRIA COMUM DA LÍNGUA, AO EXCLUIR A GALIZA - REPRESENTADA PELA AGLP - DO SEIO DAS COMUNIDADES DE FALA LUSÓFONA.
A GALIZA ESTEVE SEMPRE REPRESENTADA DESDE 1986 EM TODAS AS REUNIÕES RELATIVAS AO NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO E O SEU LÉXICO ESTÁ JÁ INTEGRADO EM VÁRIOS DICIONÁRIOS E CORRETORES ORTOGRÁFICOS. A SUA EXCLUSÃO À ÚLTIMA HORA DO SEIO DA CPLP REPRESENTA UM GRAVE ERRO HISTÓRICO, POLÍTICO E LINGUÍSTICO QUE URGE CORRIGIR URGENTEMENTE.
A AICL entende que não faz sentido aceitar como observadores países sem afinidades diretas ou indiretas à Lusofonia, a Portugal e sua língua e deixar de fora a região onde nasceu a língua portuguesa há mais de dez séculos. É um crime de lesa língua de todos nós. A Língua que se fala na Galiza é uma variante do Português como a do Brasil, Angola, Moçambique e tantas outras, com a peculiaridade de ter sido o berço da mesma língua comum, e jamais houve exclusão por parte da CPLP das regiões lusofalantes do mundo. Trata-se de uma medida obviamente ditada por preconceitos políticos e contra a qual a AICL se manifesta veementemente não só apoiando a subscrição da Petição como encorajando todos os seus associados e participantes nas suas iniciativas a protestarem publicamente contra esta injustiça feita à língua portuguesa e à AGLP.
Em 2012 preparamos um manifesto que aqui se dá a conhecer:
MANIFESTO CONTRA A CRISE – A LÍNGUA COMO MOTOR ECONÓMICO
A Direção da AICL - COLÓQUIOS DA LUSOFONIA (AICL, Associação [Internacional] Colóquios da Lusofonia) – preocupada pelas recentes decisões economicistas relativas à Língua e Cultura de todos nós, vem apresentar algumas ideias de estímulo económico, através da língua e cultura, que servirão a médio prazo para um estímulo maior à economia. Sabendo que existem estudos que apontam a importância deste setor e cifram o mesmo em 17% do PIB e considerando que BRASIL e PORTUGAL são os países em melhores condições de proporcionarem o arranque deste projeto, fica desde já a ressalva de que a eles se devem juntar os restantes países da CPLP quando estiverem dispostos a fazê-lo sem medos de Quintos Impérios e neocolonização cultural
1. BUSCAR CONSENSOS COM O GOVERNO DO BRASIL E DE PORTUGAL E LANÇAR CURSOS DE PORTUGUÊS – PRESENCIAIS E ONLINE – EM TODOS OS 4 CANTOS DO MUNDO, UTILIZANDO UMA NOVA FÓRMULA QUE QUER O INSTITUTO CAMÕES QUER O MACHADO DE ASSIS NÃO PROPORCIONARAM, PODENDO INCLUSIVE UTILIZAR-SE O IILP PARA TAL FIM, E COM APOIO DE UNIVERSIDADES E POLITÉCNICOS DOS DOIS PAÍSES
2. SERIAM CRIADOS CURSOS PRESENCIAIS DE LÍNGUA, CULTURA E TRADUÇÃO NAS CIDADES ONDE OS CURSOS DO INSTITUTO CAMÕES VINHAM FUNCIONANDO (EM COORDENAÇÃO COM UNIVERSIDADES, POLITÉCNICOS E OUTRAS ENTIDADES LOCAIS) E EM TODAS AS OUTRAS ONDE EXISTA UM NÚMERO SUFICIENTE DE LUSOFALANTES. NOS RESTANTES LOCAIS USAR-SE-IAM PLATAFORMAS DE E-ENSINO COMO AS EXISTENTES NA UNIVERSIDADE ABERTA DE PORTUGAL ENTRE MUITAS OUTRAS PARA MINISTRAR ESSES CURSOS QUE SE DEVERIAM FOCAR EM 3 VERTENTES: APRENDIZAGEM E MELHORAMENTO DA LÍNGUA PORTUGUESA, LITERATURA LUSÓFONA E ESTUDOS DE TRADUÇÃO.
3. BUSCAR APOIOS DAS ACADEMIAS DE LÍNGUA PORTUGUESA EXISTENTES ( ABL, ACL; AGLP), DA CPLP, E DE TODAS AS RESTANTES INSTITUIÇÕES PARA QUE CONTRIBUÍSSEM PARA ESTE PROJETO QUE SE NÃO DEVE LIMITAR AOS PALOP MAS A TODO O MUNDO ONDE HAJA LUSOFALANTES.
4. CRIAR – PELO MENOS 500 BOLSAS DE ESTUDO ANUAIS PARA PAÍSES DE TODOS OS CONTINENTES FREQUENTAREM UNIVERSIDADES BRASILEIRAS E PORTUGUESAS (o Brasil poderia disponibilizar 350 e Portugal 150) PARA OS MELHORES ALUNOS DOS CURSOS REFERIDOS EM 2. OS BOLSEIROS DEVERIAM FUNCIONAR COMO EMBAIXADORES DA LÍNGUA PORTUGUESA NOS SEUS PAÍSES DE ORIGEM, UMA VEZ TERMINADA A BOLSA EM MOLDES A DEFINIR.
5. CONVOCAR AS EDITORAS DE PORTUGAL E DO BRASIL E CRIAR COM AS ACADEMIAS E OUTRAS ENTIDADES UMA BOLSA DE EDIÇÕES A PROMOVER EM TODO O MUNDO DOS MAIORES VULTOS QUE REPRESENTAM A ESCRITA DE CADA UM DOS PAÍSES LUSÓFONOS, AS QUAIS SERIAM DISPONIBILIZADAS NOS VÁRIOS PAÍSES.
6. CRIAR ANTOLOGIAS BILINGUES PARA A DISSEMINAÇÃO DE OBRAS DE AUTORES LUSÓFONOS E PROMOVER A SUA DISTRIBUIÇÃO NOS PAÍSES DE DESTINO À SEMELHANÇA DA ANTOLOGIA BILINGUE DE AUTORES AÇORIANOS
7. 7. CRIAR E DESPERTAR O INTERESSE POR AUTORES LUSÓFONOS, ATRAVÉS DA DISPONIBILIZAÇÃO GRATUITA EM LINHA DE EXCERTOS DE OBRAS SELECIONADAS DE AUTORES LUSÓFONOS, TAL COMO ESTÁ A SER FEITO COM OS CADERNOS DE ESTUDOS AÇORIANOS.
8. EVITAR QUE AS BUROCRACIAS MINISTERIAIS E GOVERNAMENTAIS IMPEÇAM A IMEDIATA CONSECUÇÃO DESTE PROJETO, NOMEANDO UMA COMISSÃO DE SÁBIOS PARA DEFINIR EM DETALHE ESTE PROJETO, SEU CRONOGRAMA E CUSTOS.
Estes são os pontos de partida que gostaríamos de ver debatidos e aumentados no 17º Colóquio da Lusofonia
J. CHRYS CHRYSTELLO, Presidente da Direção
,28-01-2012
COLÓQUIOS DA LUSOFONIA (AICL, Associação [Internacional] Colóquios da Lusofonia) - NIPC 509663133
Sede: Rua da Igreja 6, Lomba da Maia S. Miguel, Açores, Portugal /
Contactos: (+351) 296446940, (+351) 919287816/ 916755675
Faxe eletrónico:+(00) 18153013682/(00)16305631902
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XVII Colóquio LAGOA – AÇORES 2012 http://lusofonia2002.com.sapo.pt/ http://www.lusofonias.net/
NIB: 0010 0000 45751630001 08 IBAN: PT 50 0010 0000 4575 1630 0010 8
Assembleia Geral: MALACA CASTELEIRO, ANABELA MIMOSO E ANA PAUL ANDRADE.
Conselho Fiscal: FRANCISCO MADRUGA, LUCIANO PEREIRA, HELENA ANACLETO-MATIAS.
Direção: CHRYS CHRYSTELLO, HELENA CHRYSTELLO, TIAGO ANACLETO-MATIAS
A nossa divisa é “NÃO PROMETEMOS, FAZEMOS “
Protocolos, convénios e parcerias
1. ACADEMIA GALEGA DA LÍNGUA PORTUGUESA, GALIZA
2. CÂMARA MUNICIPAL DA LAGOA AÇORES, (2008-2013)
3. CÂMARA MUNICIPAL DE BRAGANÇA PORTUGAL (2002-2010)
4. MUNICÍPIO DE VILA DO PORTO, SANTA MARIA, AÇORES (2011)
5. PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES (2007-2011) DIREÇÃO REGIONAL DAS COMUNIDADES
6. PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES (2011-2012) DIREÇÃO REGIONAL DA CULTURA
7. UNIVERSIDADE DO MINHO (DEPTº DE ESTUDOS ROMÂNICOS), BRAGA, PORTUGAL
8. ESE, INSTITUTO POLITÉCNICO, SETÚBAL, PORTUGAL
9. ESE, INSTITUTO POLITÉCNICO, BRAGANÇA, PORTUGAL
10. ESTH, INSTITUTO POLITÉCNICO, GUARDA, PORTUGAL
11. IIM INSTITUTO INTERNACIONAL DE MACAU
12. IPM INSTITUTO POLITÉCNICO DE MACAU
13. LICEU LITERÁRIO PORTUGUÊS, RIO DE JANEIRO, BRASIL
14. ACADEMIA DE LETRAS DE BRASÍLIA BRASIL
15. GOVERNO DO ESTADO DE SANTA CATARINA, BRASIL (2010)
16. NEA, NÚCLEO DE ESTUDOS AÇORIANOS, UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA, BRASIL
17. IECC-PMA INSTITUTO EUROPEU DE CIÊNCIAS DA CULTURA PADRE MANUEL ANTUNES
18. CompaRes ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL DE ESTUDOS IBERO-ESLAVOS
19. APT, ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE TRADUTORES
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